Volatilidade do câmbio trava negócios da indústria, diz CNI

22/08/2013

Em meio à forte oscilação do câmbio nos últimos dias, o mais importante é ter um horizonte, no longo prazo, de em que nível o dólar vai se estabilizar, avalia o diretor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi.
“Por enquanto não temos esse horizonte. A taxa de câmbio é um dos fatores de competitividade, no nível de R$ 2,40 ajuda bastante [grande parte da indústria], mas ninguém negocia enquanto o câmbio estiver volátil”, observou Abijaodi, que participa do 32º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2013), no Rio.  
O Banco Central tem injetado bilhões de dólares no mercado quase que diariamente para tentar conter a taxa de câmbio. As medidas, no entanto, não evitaram a alta do dólar, que ontem atingiu o patamar mais alto desde 2008, de R$ 2,451.
Para o diretor da CNI, o Brasil tem que acelerar sua competitividade internacional e, por parte do governo, é preciso melhorar normatização, regulação, e infraestrutura do país para aumentar o nível de investimento no país. “O Brasil tem que aproveitar a recuperação dos Estados Unidos e da Europa, aproveitar a retomada do crescimento global, e ampliar mercados, buscar novos acordos”, concluiu.

Fonte: Valor Econômico






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