<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CIEAM | Portal Institucional | </title>
	<atom:link href="https://cieam1.websiteseguro.com/temas/clipping/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cieam1.websiteseguro.com</link>
	<description>Centro da Indústria do Estado do Amazonas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Aug 2025 17:05:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://cieam1.websiteseguro.com/wp-content/uploads/2026/02/cropped-logo-og-32x32.png</url>
	<title>CIEAM | Portal Institucional | </title>
	<link>https://cieam1.websiteseguro.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>​Polo de Manaus aumenta produção de aparelhos de ar condicionado em até 355%</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/polo-de-manaus-aumenta-producao-de-aparelhos-de-ar-condicionado-em-ate-355/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/polo-de-manaus-aumenta-producao-de-aparelhos-de-ar-condicionado-em-ate-355/</guid>

					<description><![CDATA[21/08/2025 13:05 Indústria do Amazonas atribui movimento ao aumento das temperaturas médias no país, modernização tecnológica, redução no custo de insumos, entre outros fatores Indústria do Amazonas atribui movimento ao aumento das temperaturas médias no país, modernização tecnológica, redução no custo de insumos, entre outros...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>21/08/2025 13:05</p>
<p><i>Indústria do Amazonas atribui movimento ao aumento das temperaturas médias no país, modernização tecnológica, redução no custo de insumos, entre outros fatores</i></p>
<p>Indústria do Amazonas atribui movimento ao aumento das temperaturas médias no país, modernização tecnológica, redução no custo de insumos, entre outros fatores</p>
<p>O verão nem está próximo de chegar, mas no Polo Industrial de Manaus (PIM), empresas aumentam a produção de ar condicionado à espera de uma demanda mais agressiva na estação mais quente do ano. De acordo com dados levantados pelo Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), a fabricação de modelos Split cresceu 17,34%, saltando de 2,3 milhões para 2,7 milhões de unidades, em relação a 2024.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as linhas de condensadoras e evaporadoras registraram altas impressionantes, de 355% e 350%, respectivamente. De acordo com o Cieam, alguns fatores contribuem para o desempenho positivo, como a elevação das temperaturas médias no país, a modernização tecnológica e de design dos produtos, além da redução no custo global de insumos estratégicos.</p>
<p>Para o coordenador de Indicadores do Cieam, André Ricardo Costa, o aumento da estabilidade de emprego do brasileiro nos últimos anos e o consequente aumento do poder de renda também contribuem para o cenário. “Quando a população brasileira aumenta e estabiliza o seu orçamento com emprego e renda, isso sobra no orçamento, isso dá maior confiança para a concessão de crédito”, avalia.</p>
<p>“Então, nós percebemos o seguinte: quando aumenta a renda do brasileiro, o produto ar-condicionado é um dos principais alvos de consumo de bens duráveis. Você tem, obviamente, os imóveis, os automóveis, as motocicletas, mas também o ar-condicionado, que se destaca no consumo das famílias”, acrescenta.</p>
<p>Somado ao aumento do poder de compra, o especialista afirma que também há fatores climáticos envolvidos. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), existe alta probabilidade de que, entre 2025 e 2029, a temperatura média global ultrapasse o aumento de 1,5°C em relação ao período pré-industrial.</p>
<p>A entidade também alerta que há a possibilidade de 80% de novos recordes anuais de calor nos próximos anos, tendência que deve impulsionar a procura por sistemas de climatização, especialmente no verão, como destaca Costa. “Então nós, do Polo Industrial de Manaus, que é esse fornecedor, vem continuamente aumentando a produção e contendo, quando não diminuindo, os preços. Isso há bastante tempo”, conclui.</p>
<p><strong><em>Matéria publicada no C<a href="https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/08/7231100-polo-de-manaus-aumenta-producao-de-aparelhos-de-ar-condicionado.html#google_vignette">orreio Braziliense</a> em 21/08/2025</em></strong></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A seca começou</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/a-seca-comecou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/a-seca-comecou/</guid>

					<description><![CDATA[19/08/2025 14:26 Por Augusto Cesar Barreto Rocha Quem mora em Manaus e trabalha em alguma atividade ligada à logística já percebe que o ciclo da seca começou. As chuvas reduziram, sentimos algum cheiro de fumaça e já há notificação da chamada “taxa da seca”. Esses...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>19/08/2025 14:26</p>
<p>Por Augusto Cesar Barreto Rocha</p>
<p>Quem mora em Manaus e trabalha em alguma atividade ligada à logística já percebe que o ciclo da seca começou. As chuvas reduziram, sentimos algum cheiro de fumaça e já há notificação da chamada “taxa da seca”. Esses três fatos estarão na agenda de todos nas próximas semanas e meses. Poderia ser diferente, mas não é. A história se repete, não como uma farsa, mas como uma realidade terrível, cara e assustadora. </p>
<p>O que deixou de ser feito? Até onde posso constatar, não houve estudo sobre como uma obra poderia garantir a profundidade apropriada do canal de navegação que permite a chegada de navios de grande porte a Manaus, mesmo em casos de seca extrema. Mais um ano se passou e seguimos apenas reagindo aos eventos. A expectativa de repetição da dragagem inútil dos dois últimos anos é a única perspectiva, o que é lamentável, ainda mais diante do alarmante sobrecusto das empresas, que chegou a quase R$ 3 bilhões.</p>
<p>A importação preparatória de 2025 apresenta um ligeiro aumento de 1,3% em dólar entre janeiro e julho, em comparação ao mesmo período de 2024, segundo dados do ComexStat, excluindo commodities. A seca é esperada, os estoques estão sendo carregados e os custos aumentam novamente. A taxa da seca é cobrada, os terminais portuários fazem seus planos e existe a possibilidade de nova interrupção da hidrovia, apesar de um cenário menos pessimista sobre a estiagem. É quase inacreditável que não tenhamos tido a capacidade de agir após duas secas históricas. A sociedade brasileira parece conhecer muito mais do que se passa em outros países do que o que acontece na Amazônia. Estamos em uma crise permanente de falta de infraestrutura, sem planos para sanar o problema e sem discussão pública sobre como enfrentá-lo. Continuamos deliberando exaustivamente sobre o que não nos interessa, enquanto as pautas, pesquisas e discussões permanecem centradas em opiniões que não levam ao progresso.</p>
<p>Estamos às portas da COP30, no Pará, e será um momento importante, pois os custos amazônicos serão percebidos pelo mundo inteiro. Muitos falam da Amazônia sem vir até aqui, mas quando estiverem presentes terão um vislumbre do que é viver na região, ainda que em um evento estruturado em uma capital preparada para receber milhares de pessoas. Ainda vale insistir para que o DNIT realize os estudos necessários, para que a BR-319 seja asfaltada e suas pontes reconstruídas, e para que haja proteção do entorno da rodovia quando ela for recuperada.</p>
<p>Hoje, estamos presos em uma armadilha do tempo. Somos ignorados pela gestão pública, enquanto o tema não entra na pauta nacional. Discutem-se apenas formas de não agir, criam-se distrações, e o debate se volta para problemas particulares em vez de enfrentar os desafios das sociedades periféricas do Brasil. Será que a estratégia diplomática é mostrar o quanto é difícil viver na Amazônia? Somos excelentes em receber estrangeiros e apreciamos a globalização, mas parte do mundo está focada na dominação. A governança da Amazônia precisa evoluir para que possamos acreditar em uma perspectiva de progresso. No presente, o que temos é apenas uma armadilha do tempo, na qual tudo se repete.</p>
<p><strong><em>Artigo publicado pelo Jornal <a href="https://www.acritica.com/">Acrítica</a> em 19/08/2025</em></strong></p>
<p></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria de motos em Manaus fecha 1º semestre de 2025 com faturamento recorde</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/industria-de-motos-em-manaus-fecha-1o-semestre-de-2025-com-faturamento-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 13:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/industria-de-motos-em-manaus-fecha-1o-semestre-de-2025-com-faturamento-recorde/</guid>

					<description><![CDATA[19/08/2025 09:57 Setor faturou R$ 23,3 bilhões, alta de 30,2% na comparação com o ano passado Acompanhando o crescimento na venda de motocicletas no Brasil, o setor de duas rodas no Polo Industrial de Manaus (AM) também registrou faturamento recorde. No primeiro semestre de 2025,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em></em></p>
<p>19/08/2025 09:57</p>
<p><em></em><em>Setor faturou R$ 23,3 bilhões, alta de 30,2% na comparação com o ano passado</em></p>
<p>Acompanhando o crescimento na <a href="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/segmento-de-motos-cresce-acima-do-projetado-ate-julho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-mrf-link="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/segmento-de-motos-cresce-acima-do-projetado-ate-julho/">venda de motocicletas</a> no Brasil, o setor de duas rodas no Polo Industrial de <a href="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/manaus-capital-brasileira-das-motos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-mrf-link="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/manaus-capital-brasileira-das-motos/">Manaus</a> (AM) também registrou faturamento recorde. No primeiro semestre de 2025, a indústria de motos faturou R$ 23,3 bilhões. Alta de 30,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados do PEA (Painel da Economia Amazonense).</p>
<p>Com capacidade produtiva de mais de 1,8 milhão de motocicletas e 500 mil bicicletas por ano, o Polo Industrial de Manaus (PIM) consolida-se como o maior polo de produção de duas rodas fora do eixo asiático.</p>
<p>O bom desempenho de setor também se traduz em geração de empregos. Até julho, o setor empregava 20,3 mil trabalhadores diretos na capital amazonense, aumento de 8,56% sobre 2024 (18,7 mil). Em todo o Brasil, a cadeia produtiva sustenta cerca de 150 mil empregos diretos, projetam as fabricantes.</p>
<p>De acordo com a Abraciclo, associação que reúne fabricantes de motocicletas e bicicletas, o <a href="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/bicicleta/mercado-de-bicicletas-eletricas-cresce-72-no-brasil-em-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-mrf-link="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/bicicleta/mercado-de-bicicletas-eletricas-cresce-72-no-brasil-em-2024/">mercado de bikes elétricas</a> também merece destaque em 2025. A fabricação de e-bikes registrou alta de 122% no ano, com 18,2 milhões de unidades até julho, frente a 9,2 milhões no mesmo período de 2024. Atualmente, o PIM fabrica 45 modelos diferentes de bicicletas elétricas.</p>
<p>“O polo de Duas Rodas de Manaus é um exemplo claro de como o Brasil pode competir de igual para igual com os maiores centros industriais do mundo”, destaca Lúcio Flávio de Moraes, presidente executivo do CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas).</p>
<h2><strong>Brasil é o sexto produtor mundial de motos</strong></h2>
<p>A indústria brasileira de motos está quase totalmente concentrada no Polo Industrial de Manaus (PIM), em função dos incentivos fiscais. A capacidade produtiva anual no PIM coloca o País como o sexto maior pdoutor de motos do mundo.</p>
<p>No segmento de bicicletas, com as principais fábricas também instaladas no PIM, o Brasil se encontra na quarta posição entre os maiores produtores mundiais.</p>
<p>Produzidas majoritariamente em Manaus, desde a década de 1970, as motocicletas brasileiras incorporam tecnologia de ponta comparável aos principais mercados internacionais. O setor de duas rodas exporta para países como Argentina, Canadá, Colômbia e até para os Estados Unidos. Embora pequeno, o volume exportado tem importância estratégia para as fabricantes instaladas na capital amazonense.</p>
<p>“Além do impacto econômico, nosso setor cumpre um papel estratégico na mobilidade urbana, na inclusão social e na preservação ambiental. Produzir na Amazônia é garantir desenvolvimento regional com a floresta em pé”, acredita o presidente da CIEAM.</p>
<p>Afinal, praticamente todos os colaboradores das fabricantes são moradores da região. De acordo com as empresas, cada emprego gerado no PIM contribui para a preservação da floresta, pois evita a degradação ambiental causada por atividades ilegais.</p>
<p><strong><em>Matéria publicada no <a href="https://mobilidade.estadao.com.br/meios-de-transporte/industria-de-motos-em-manaus-fecha-1o-semestre-de-2025-com-faturamento-recorde/">Portal Mobilidade Estadão</a> em 19/08/2025</em></strong></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amazonas e a oportunidade do turismo para aventuras</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/amazonas-e-a-oportunidade-do-turismo-para-aventuras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 17:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/amazonas-e-a-oportunidade-do-turismo-para-aventuras/</guid>

					<description><![CDATA[29/07/2025 13:50 Por Augusto César Barreto Rocha O turismo do Amazonas é muito menor do que poderia ser. Todos falam em Turismo no Amazonas ou Amazônia, mas enquanto não houver um conjunto de atrações e pessoas com a formação adequada, teremos um turismo pequeno e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>29/07/2025 13:50</p>
<p>Por Augusto César Barreto Rocha </p>
<p>O turismo do Amazonas é muito menor do que poderia ser. Todos falam em Turismo no Amazonas ou Amazônia, mas enquanto não houver um conjunto de atrações e pessoas com a formação adequada, teremos um turismo pequeno e concentrado em poucos grupos econômicos. É necessária uma parceria estreita entre iniciativa pública e privada para prover a infraestrutura adequada e atrativa.</p>
<p>Em 2024 o Amazonas recebeu cerca de 415 mil turistas, enquanto no ano da Copa do Mundo, em 2014, foram cerca de 1.168.000 turistas. Com cerca de R$ 110 milhões investidos para o órgão de turismo em 2024, isso significa cerca de R$ 0,27 por turista atraído. Um primeiro olhar pode considerar um valor elevado (e, em certa medida, é), mas é importante comparar com outros lugares que atraem bastante turismo, onde a pessoa ao menos pernoitará uma vez na localidade.</p>
<p>Por exemplo, na região de Navarra, no Norte da Espanha, com EUR 13.335.935,00 investidos e cerca de 2.307.000 turistas, a relação é de EUR 5,78 por turista. Este grupo agregou à economia local cerca de EUR 1,5 bilhões, entre os turistas e a grande quantidade de “excursionistas” (que não gastam uma noite). Esta região, como o Amazonas, possui primariamente lugares da natureza como atração, destacando-se os Pirineus. Claro que aqui se incluem destinos para esportes de neve (que são usualmente mais caros e atraem um tipo específico de público) – entretanto, ele precisou ser desenvolvido – pistas de esqui só surgem com investimento.</p>
<p>A decisão que parece nos faltar é o encontro da natureza Amazônica com os vários turismos possíveis que sejam vinculados com ela: trilhas, aventura, observação, escaladas, pesca esportiva, mergulho etc. Precisamos nos conectar com a natureza Amazônica em uma dimensão de interação e aprofundamento de experiências, com hotéis com gastronomia desenvolvida e frequência de voos. O trabalho parece hercúleo, mas fora desta gestão sistêmica não teremos caminho para desenvolvimento do turismo.</p>
<p>Precisamos encontrar vocações que atraiam o turismo local e nacional, antes de ansiar por turistas estrangeiros. Há várias regiões do Brasil que possuem turismo natural, mas parece que é algo ainda um tanto isolado – não atraindo atenção maiúscula pelos baixos volumes iniciais de arrecadação ou geração de riqueza. O turismo parece ser um assunto ainda isolado em grandes festas (como foi a Copa do Mundo de Futebol ou é no Festival de Parintins ou no Carnaval da Bahia). Precisamos de atrações continuadas de turismo, com voos frequentes e<span class="redactor-invisible-space"> fácil acesso. Para isso teremos que confiar no turismo do entorno das capitais de Estado, pois não temos voos fáceis, baratos ou frequentes para interiores.</p>
<p>A solução para isso é uma ação integrada entre Governos e Iniciativa Privada. O turismo é um esforço público que não há como ser feito apenas por uma parte da sociedade e daí vem a grande dificuldade de desenvolvimento deste setor, seja no Amazonas, seja no Brasil. Os governos precisam se integrar e interagir com a iniciativa privada, mas comumente há tanta preocupação de conformidade (ou com a não-conformidade intencional) que ficamos num emaranhado de ações pouco continuadas. Precisamos romper a vergonha da atuação conjunta público-privado e encontrar mecanismos que podem ser por Associações e Planejamentos de longo prazo, tal qual aconteceu em outros países.<span class="redactor-invisible-space"></p>
<p></span></span></p>
<p></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FIEAM, 65 anos de história em defesa da indústria</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/fieam-65-anos-de-historia-em-defesa-da-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 12:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/fieam-65-anos-de-historia-em-defesa-da-industria/</guid>

					<description><![CDATA[29/07/2025 08:11 No próximo 3 de agosto comemoraremos 65 anos de existência da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM). Parabenizo todos os que fazem parte desta importante instituição. Juntos enfrentamos desafios, superamos obstáculos e contribuímos para o desenvolvimento do setor industrial amazonense. A...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>29/07/2025 08:11</p>
<p>No próximo 3 de agosto comemoraremos 65 anos de existência da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM). Parabenizo todos os que fazem parte desta importante instituição. Juntos enfrentamos desafios, superamos obstáculos e contribuímos para o desenvolvimento do setor industrial amazonense. A FIEAM é uma das mais importantes entidades que representa o empresariado na defesa dos interesses do setor industrial, de forma autônoma, defendendo a livre iniciativa, contribuindo para o seu desenvolvimento e modernização, promovendo o fomento tecnológico e a capacitação humana, em um trabalho que contribui para que a produção industrial amazonense se adeque à demanda gerada nacionalmente, substituindo de forma competitiva a importação do exterior de produtos acabados, principalmente dos subsetores eletroeletrônico, duas rodas, bens de informática, químico, mecânico, termoplástico e metalúrgico.</p>
<p>A entidade teve como primeiro presidente Abrahão Sabbá, seguindo-se os demais presidentes, Antônio Simões, João de Mendonça Furtado, Francisco Garcia e José Nasser. Atualmente, presido a entidade e exerço a vice-presidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Como ocorreu em toda sua trajetória, a FIEAM segue se colocando como um dos principais protagonistas dos setores produtivos locais, na proposição e defesa de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento socioeconômico e setorial. Manteve forte mobilização em favor da manutenção dos benefícios fiscais da Zona Franca de Manaus (ZFM), auxiliando nossos representantes legislativos, quando das discussões e debates para a aprovação da reforma tributária, já aprovada e sancionada, que deverá trazer melhores condições de competitividade para a indústria.</p>
<p>A FIEAM é composta por 23 sindicatos patronais que representam os segmentos industriais do estado e atua na defesa dos interesses da indústria, liderando o Sistema FIEAM, constituído também pelo Serviço Social da Indústria (SESI), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Por meio do Sistema FIEAM, presta serviços que fortalecem a indústria amazonense por meio da capacitação, tanto empresarial quanto laboral, apoiando a pesquisa e a inovação tecnológica, bem como oferecendo assessoria consultiva e técnica, assistência à base produtiva do Estado na área internacional com foco nas exportações, apoio em pesquisas, feiras, simpósios, rodadas de negócios, cursos etc.</p>
<p>Atua de forma proativa, ágil e eficaz, defendendo de maneira veemente o desenvolvimento sustentável, sob os aspectos econômicos, sociais, políticos, culturais e ambientais, mobilizando-se politicamente em defesa da indústria local, além de empenhar-se na disseminação dos preceitos da economia verde, governança ambiental, social e corporativa, olhando de forma mais ampla para o crescimento sustentado.</p>
<p>O aniversário é da FIEAM, mas todos da instituição estão de parabéns por mais um ano completado de bons serviços prestados à indústria e ao povo do Estado do Amazonas.</p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor logístico se prepara para seca no Amazonas</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/setor-logistico-se-prepara-para-seca-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/setor-logistico-se-prepara-para-seca-no-amazonas/</guid>

					<description><![CDATA[28/07/2025 09:30 Navegação Mesmo com previsão de estiagem menor, grupos buscam se precaver após crises históricas Após dois anos de secas históricas na região Norte, que interromperam o fluxo de navios no rio Amazonas por meses, indústrias e operadores logísticos que atuam na região vislumbram...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>28/07/2025 09:30</p>
<p>Navegação Mesmo com previsão de estiagem menor, grupos buscam se precaver após crises históricas</p>
<p>Após dois anos de secas históricas na região Norte, que interromperam o fluxo de navios no rio Amazonas por meses, indústrias e operadores logísticos que atuam na região vislumbram uma estiagem menos severa em 2025. Ainda assim, as empresas têm se preparado para possíveis interrupções no fluxo.</p>
<p>O grupo Chibatão, que tem um dos maiores terminais de Manaus, ainda não cravou se vai montar o píer flutuante que, em 2024, viabilizou a passagem de carga até o porto. Porém, a empresa se prepara para esse cenário, segundo o diretor-executivo Jhony Fidelis.</p>
<p> A companhia está buscando as licenças ambientais e autorizações necessárias para a estrutura, e está deixando engatilhada a instalação de hospedagem para os funcionários que atuariam no terminal “temporário”, disse. </p>
<p>A operação, inaugurada em 2024, foi montada em Itacoatiara (AM), no rio Amazonas, no trecho que em geral impede a passagem. No terminal flutuante, os navios maiores transbordaram a carga para balsas, que demandam profundidade menor para navegar. “Ainda não há dados para dizer se o rio vai secar, vamos aguardar agosto. Mas não podemos cruzar os braços, precisamos garantir a solução caso a estiagem se agrave.” </p>
<p>A Super Terminais, que no ano passado também montou um terminal provisório em Itacoatiara, tampouco decidiu sobre a estrutura deste ano, mas o gerente-geral Julio de Almeida afirma que o grupo conseguiria montar o terminal provisório em apenas dez dias. </p>
<p>“Nos anos de seca antes de 2023 [quando a estiagem atingiu patamar acima do normal], os navios vinham com menos carga, com 70%, 80% de sua capacidade e isso era suficiente para chegar até Manaus. Então, se a seca não for tão grave, podemos usar essa opção. Mas a Super Terminais está preparada para o pior cenário. Já deixamos em Itacoatiara as amarras, as poitas [âncoras], toda a estrutura está lá.” Para ele, após as as secas históricas de 2023 e 2024, a análise sobre necessidade de terminais flutuantes deverá ser feita todo ano a partir de agora. </p>
<p>Além disso, parte da indústria ampliou a antecipação de pedidos, para evitar os problemas gerados pela seca, segundo Augusto Rocha, diretor do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam). “Antecipar os envios sempre foi um ‘modus operandi’. Mas em 2023 o volume não foi suficiente. Em 2024, novamente foi mais severo do que no ano anterior e nos pegou no contrapé. Então agora algumas empresas se preparam para o pior.” </p>
<p>A antecipação tem sido adotada principalmente por fabricantes de itens com maior valor agregado, segundo Márcio Salmi, diretor comercial da empresa de navegação Norcoast. “Percebemos na segunda quinzena de julho um movimento maior de antecipação, de empresas buscando fugir da taxa adicional cobrada na seca, embora alguns estejam apostando em uma estiagem menor. Depende muito do perfil da empresa, quem trabalha com commodities tem dificuldade de armazenagem.” Os custos logísticos decorrentes da estiagem nos últimos dois anos tiveram impactos enormes sobre a indústria, afirmou Rocha. Apenas considerando as sobretaxas pagas às empresas de navegação, os gastos adicionais em 2023 somaram R$ 1,5 bilhão. Em 2024, ano que o setor se preparou mais para a seca, o valor foi de R$ 1,4 bilhão, aponta o cálculo da Cieam. Neste ano, a expectativa é que o custo seja menor, diante da situação dos rios. “Há um crescimento de volume, um ganho de escala. O rio está mais alto e há um aumento da concorrência entre armadores. As empresas de navegação já falaram que existe risco de taxa, mas, nessa época no ano passado, já apareciam os primeiros anúncios de cobrança”, disse Rocha. Questionado sobre a aplicação de taxas, Salmi afirmou que a cobrança sempre foi feita para compensar a redução de capacidade dos navios durante a seca que acontece todo ano na região. “O que houve é que em 2023 e 2024 a sobretaxa foi maior.” </p>
<p>Além dos terminais provisórios, outra medida adotada pelo governo no ano passado foi o início de um contrato de dragagem firmado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), com o objetivo de garantir a profundidade do rio. </p>
<p>Rocha critica as obras. “Não tem estudos sobre a área, a dragagem não foi útil em 2024 para o trânsito de navios de grande porte. Enquanto não houver estudos, não adianta seguir fazendo”. </p>
<p>Já o Dnit avalia que o serviço tem ajudado. Em nota, o órgão disse que “as dragagens realizadas durante a campanha 2024/2025 atenderam às expectativas” e que, “para a campanha 2025/2026, já estão em andamento os levantamentos batimétricos que subsidiarão o novo plano de dragagem”. O Dnit afirmou que espera uma seca “de menor proporção” e “não se vislumbra, portanto, a interrupção do fluxo de embarcações, especialmente porque as ações pré-dragagem já estão em andamento”.<br /><strong><em><br />Matéria publicada no <a href="https://valor.globo.com/">Jornal Valor Econômico</a> em 28/07/2025</em></strong><span class="redactor-invisible-space"></span></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BR-319: da teoria para a prática, por Augusto Rocha</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/br-319-da-teoria-para-a-pratica-por-augusto-rocha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 13:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/br-319-da-teoria-para-a-pratica-por-augusto-rocha/</guid>

					<description><![CDATA[23/07/2025 09:10 Por Augusto Cesar Barreto Rocha Foi anunciada a intenção de asfaltar o trecho do meio da BR-319. Ao invés de celebrar, fico me perguntando: qual será o próximo entrave? Uma intenção de infraestrutura na Amazônia demora muito para ser transformada em prática. Vivemos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>23/07/2025 09:10</p>
<p>Por Augusto Cesar Barreto Rocha</p>
<p>Foi anunciada a intenção de asfaltar o trecho do meio da BR-319. Ao invés de celebrar, fico me perguntando: qual será o próximo entrave?</p>
<p> Uma intenção de infraestrutura na Amazônia demora muito para ser transformada em prática. Vivemos um uma espécie de armadilha do tempo, onde as coisas parecem mudar, mas permanecem as mesmas ou quando avançam, logo retorna para onde estavam, sem avanços. Os discursos variam entre anúncios de intenção de execução para a decisão de parada nas obras, em diferentes graus. Ora, há discurso para fazer, ora para não fazer. O que não muda: o não fazer nada no aumento do Estoque de Infraestrutura no Amazonas e na Amazônia.</p>
<p>  As proteções ambientais, que são uma de nossas fortalezas, são colocadas como vilões. Muito longe de serem problemas, as proteções ambientais são uma necessidade. Entender qual é realmente a restrição para cada tipo de obra pública na Amazônia brasileira seria um achado importante. A hierarquização de obras no país segue, historicamente, fatores associados com muita política e a tecnicidade é adotada para favorecer as cadeias econômicas do presente ou donos de poder econômico, ao invés de induzir transformações.</p>
<p> Foi anunciada a intenção de asfaltar o trecho do meio da BR-319. Ao invés de celebrar, fico me perguntando: qual será o próximo entrave? Ambiental? Orçamentário? Político? Técnico? Jurídico por uma imprecisão na conduta? Uma coisa me parece muito clara: entre a intenção e a ação haverá uma distância gigante. Os projetos que reduzem a desigualdade em qualquer questão do país, por motivos inconfessáveis, serão sempre interrompidos.<span class="redactor-invisible-space"></span></p>
<p> A razão deste conservadorismo nas relações de poderes é uma das grandes barreiras para a transformação da Amazônia. Já poderíamos ser um país com uma desigualdade muito menor, mas geramos armadilhas para nós mesmos. Se as pautas de desenvolvimento das chamadas “condições de fatores” fossem prioridades, ano após ano teríamos um país muito melhor. A questão é que temos um baixo investimento associado com a redução das desigualdades. Com isso, as potencialidades que são priorizadas estão sempre conectadas com o passado e cadeias extrativista, salvo pequenas exceções.</p>
<p>Por isso é difícil, muito difícil acreditar que conseguiremos salvar a legislação ambiental, ao mesmo tempo que parece pouco plausível que seja possível orçar e fazer todas as proteções que a BR-319 requer. Ao contrário do que pode parecer para muitos, há nos moradores da Amazônia um grande interesse pela preservação, mas as vozes mais ecoadas no país são aquelas da exploração e da retirada de recursos. Temos muita dificuldade de dialogar com as regiões remotas e com os mais pobres do país, seja diretamente ou com representantes. O protagonismo e a decisão ficam sempre com alguém de uma região rica, sem a compreensão real dos problemas e soluções.</p>
<p> Seguiremos assim neste novo arranjo? Difícil ter certeza. A expectativa é sempre a melhor possível, mas a realidade negativa sempre se impõe quando deliberamos sobre infraestrutura, segurança ambiental ou desenvolvimento humano na Amazônia. Quando daremos importância para a redução da desigualdade? Até aqui, não damos esta importância. A grande preocupação é como manter as estruturas de poder, de economia e de oportunidades para estrangeiros ou grandes fortunas. Ou seja, é difícil acreditar em um asfaltamento responsável da BR-319, por todas as óticas que olhamos. Tomara eu esteja errado.</p>
<p><strong><em>Artigo publicado no <a href="https://jornalggn.com.br/noticia/br-319-da-teoria-para-a-pratica-por-augusto-rocha/">Jornal GGN</a> em 23/07/2025</em></strong></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novas medidas para fortalecer as exportações</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/novas-medidas-para-fortalecer-as-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/novas-medidas-para-fortalecer-as-exportacoes/</guid>

					<description><![CDATA[22/07/2025 08:07 Por Antonio SilvaPresidente da FIEAM Estamos atualmente em mais um cenário de incertezas para o país com o anúncio de barreiras de importação pelo segundo maior mercado externo do Brasil, os Estados Unidos (EUA). A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>22/07/2025 08:07</p>
<p>Por Antonio Silva<br />Presidente da FIEAM</p>
<p>Estamos atualmente em mais um cenário de incertezas para o país com o anúncio de barreiras de importação pelo segundo maior mercado externo do Brasil, os Estados Unidos (EUA). A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), atenta aos interesses da indústria do Amazonas, acompanha a situação das empresas exportadoras e das demais do setor agroindustrial do país, que poderão enfrentar sérias dificuldades e afetar a economia brasileira e, consequentemente, o emprego e a renda e a queda de demanda dos produtos do polo industrial local.</p>
<p>Dessa forma, a entidade do setor produtivo manifesta urgência na aprovação de mais medidas de caráter estrutural para o equilíbrio da situação fiscal, para que o país se torne mais robusto do ponto de vista das suas contas e menos dependente das incertezas globais.</p>
<p>A imposição da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos é preocupante sob diversos aspectos. O anúncio já começou a ser sentido na prática, a medida em que causa um ambiente de incerteza que dificulta qualquer planejamento de médio e longo prazo e obriga as empresas exportadoras a revisarem seus orçamentos e previsões de receitas.</p>
<p>Em 2024, o Amazonas exportou US$ 100 milhões e importou US$ 1,4 bilhão dos EUA. No primeiro semestre de 2025, as exportações somaram apenas US$ 35 milhões, frente a US$ 646 milhões em importações. Apesar de uma alta de 21% nas exportações entre 2022 e 2024, a medida ameaça interromper esse avanço.</p>
<p>A indústria brasileira está profundamente integrada a cadeias globais. Decisões unilaterais como essa rompem esse fluxo e colocam em risco milhares de empregos e investimentos.<br />
Algumas empresas exportadoras estão revendo contratos e rotas de exportação, buscando alternativas fora do eixo EUA.<br />
Há um esforço claro para reposicionar produtos em mercados como América Latina, União Europeia e países asiáticos. Esse, entretanto, é um movimento que demanda tempo para ser reestruturado.</p>
<p>Urgentemente, é urgente avançarmos em reformas que melhorem o ambiente de negócios, reduzam custos e aumentem a competitividade da nossa indústria.</p>
<p>Caso a balança comercial se deteriore, a desvalorização cambial pode agravar o custo de insumos e maquinário, pressionando ainda mais a indústria nacional.<br />
É preciso cautela e firmeza na condução da política comercial, sem retaliações precipitadas que possam escalar conflitos que intensifiquem a instabilidade. O momento exige investimento na defesa estratégica dos interesses brasileiros.</p>
<p>Nossa cadeia produtiva é vigorosa, tem capacidade de reagir, mas precisa de previsibilidade e segurança jurídica para seguir gerando empregos e inovação. O momento exige medidas que combinem inteligência diplomática, diversificação comercial e fortalecimento do ambiente interno para negócios.</p>
<p>Artigo publicado pelo Jornal <a href="https://www.acritica.com/">Acrítica</a> em 22/07/2025</p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O consentimento da exploração da Amazônia</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/o-consentimento-da-exploracao-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/o-consentimento-da-exploracao-da-amazonia/</guid>

					<description><![CDATA[15/07/2025 16:16 Este conteúdo foi produzido pelo colunista Augusto Rocha, professor associado da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e diretor adjunto da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas O consentimento para a exploração da Amazônia e o secular não investimento em suas pessoas tem...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>15/07/2025 16:16</p>
<p><i>Este conteúdo foi produzido pelo colunista Augusto Rocha, professor associado da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e diretor adjunto da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas</i></p>
<p>O consentimento para a exploração da Amazônia e o secular não investimento em suas pessoas tem sido tipicamente fundamentado no atendimento das necessidades de exploração de recursos, com a perspectiva colonial. Há uma agressão aos espaços geográficos atrás de uma riqueza potencial, elixires e frutos da biodiversidade ou de riquezas do subsolo, como petróleo ou minério.</p>
<p>Não há, nos debates públicos sobre a região, nada sobre as necessidades das pessoas. O enfoque é territorial, exploratório ou desbravador, como se esta área fosse desabitada. Somos pessoas que não existem para as discussões. O que há são recursos, impostos, benefícios e exploração. Como se a retirada de minérios nos trouxesse alguma riqueza. Como se a exploração construísse dignidade para todos.</p>
<p>A mudança de perspectiva sobre a Amazônia se dará a partir do momento em que as discussões forem centradas nas pessoas, nas cidades e nas suas necessidades. Hoje o que temos é uma construção de teses exploratórias da riqueza. Quando teremos um olhar centrado no humano, nas pessoas, nas nossas necessidades? Sejam necessidades econômicas, sociais ou ambientais? O desenvolvimento não se “leva”, tal qual educação não se “deposita”.</p>
<p>Como refletiu Noam Chomsky, sobre a “responsabilidade dos intelectuais”, precisamos insistir na construção de um debate mais próximo das verdades, pois temos pessoas na Amazônia. Muitas pessoas. As discussões são estereotipadas e agrupam-nas, como “ribeirinhos”, sem quantificar, sem singularizar e sem encontrar construções de transformação ou viabilização de cidadania.</p>
<p>Há hoje um único consentimento público: explorar, que pode também ser lido como extrair, retirar ou usar. No fundo é apenas extrair a riqueza da natureza, gerando alguns empregos e, eventualmente, algum imposto ou royalties. Este modelo de desenvolvimento da Amazônia não é pacificado nem debatido com as nossas pessoas.</p>
<p>Os saberes tradicionais, suas culturas e seus modos de vida são amplamente ignorados. É hora de substituir o consentimento tácito pela construção explícita de um pacto social amazônida — um acordo em que desenvolvimento signifique, antes de tudo, saúde, educação e mobilidade digna para quem habita a floresta e as cidades ribeirinhas. Quando as prioridades forem definidas para as comunidades locais, a Amazônia deixará de ser apenas celeiro de recursos e passará a ser território de cidadania plena. Essa é a responsabilidade compartilhada entre Estado, iniciativa privada e sociedade civil que não podemos mais adiar.</p>
<p>Artigo publicado no <a href="https://amazonia.exame.com/o-consentimento-da-exploracao-da-amazonia/">Amazônia em Exame</a> em 15/07/2025</p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento e soberania na era da geoeconomia</title>
		<link>https://cieam1.websiteseguro.com/desenvolvimento-e-soberania-na-era-da-geoeconomia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cieam1.websiteseguro.com/desenvolvimento-e-soberania-na-era-da-geoeconomia/</guid>

					<description><![CDATA[15/07/2025 08:09 Entender o contemporâneo é sempre um desafio. Somos levados, para aqui ou para acolá, pelos afetos, emoções e cansaços da vida. Edward Luttwak, em artigo de 1990, argumentou que a economia passou a ser um campo de combate. As sanções econômicas, com bloqueios...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>15/07/2025 08:09</p>
<p>Entender o contemporâneo é sempre um desafio. Somos levados, para aqui ou para acolá, pelos afetos, emoções e cansaços da vida. Edward Luttwak, em artigo de 1990, argumentou que a economia passou a ser um campo de combate. As sanções econômicas, com bloqueios financeiros, são exemplos de parte do Ocidente contra a Rússia ou o Irã, da mesma forma que a iniciativa do Cinturão e das Novas Rotas da Seda, da China, demonstram uma iniciativa de domínio pelo investimento em infraestrutura — e temos perto do Brasil o Porto de Chankay, com investimento da empresa chinesa Cosco.</p>
<p>As ideias neoliberais propagavam um Estado Mínimo, mas no contexto da Geoeconomia ele passa a ser um Estado presente e estratégico, com intervenções no mercado, contrariando a visão neoliberal do livre mercado.<span class="redactor-invisible-space"> O comércio neoliberal, visto como um ambiente de cooperação, passa a ser um ambiente de disputa num contexto contemporâneo. A Globalização, anteriormente percebida como separada da política (com o mercado dominando as visões), em um ambiente mais contemporâneo, de Geoeconomia, passa a ter uma crescente intervenção dos interesses econômicos e ainda mais visível interferência das empresas nos espaços políticos. As ações tarifárias e de subsídios ou defesas de empresas específicas demonstram mais fraqueza dos negócios em um ambiente de competição do que uma fortaleza.<span class="redactor-invisible-space"></p>
<p>Empresas multinacionais (ou transnacionais, como preferem alguns) estão sempre em busca de mais estrutura de poder global. Em artigo de 12/02/2025 de Gillian Tett (publicado no Financial Times, reproduzido em síntese na Folha de São Paulo de 13/07), há uma ampla reflexão sobre este assunto. Trazendo para uma perspectiva do Norte do Brasil, de onde escrevo, tenho a sensação de que temos dificuldade, como sociedade, de inserir uma multiplicidade de visões que interessem ao país, às nossas pessoas e pouco interesse com nossas empresas. Há um excesso de olhar para agradar o estrangeiro, renunciando à soberania, seja pelo capital ou pela política. Há um certo conforto em ser subserviente, em troca de alguns trocados, interesses ou tecnologias.</span></span></p>
<p><span class="redactor-invisible-space"><span class="redactor-invisible-space">Há uma certa ilusão reinante sobre o Desenvolvimento, com um olhar excessivo sobre o que interessa aos “mercados”, com o interesse financeiro se sobrepondo aos interesses das pessoas. Precisamos não nos perder, pois subalternizar o interesse nacional para uma potência ou um conjunto de empresas estrangeiras não será muito diferente do que as trocas desiguais do passado. Mais do que fazer o interesse do Brasil prevalecer (parafraseando a frase norte-americana), precisamos colocar as necessidades de desenvolvimento nacional e de redução das desigualdades regionais nos nossos atos e discussões.</p>
<p>Por ora, temos o triste e recorrente hábito de subordinar o país para os interesses internacionais e de olhar regiões com uma perspectiva colonial. No contexto Amazônico, temos refletido apenas sobre o “ativo” de potencial financeiro, mas não no olhar das suas pessoas. Sempre queremos o petróleo ou o minério, na perspectiva da extração. Precisamos transcender a visão mercantilista, extrativista e encontrar um interesse central nos seres humanos, ao invés dos mercados, finanças ou de algum império estrangeiro.</p>
<p>Artigo publicado no <a href="https://jcam.com.br/">Jornal do Commercio</a> em 15/07/225<br /><span class="redactor-invisible-space"></p>
<p></span></span></span></p>
<p>		<!-- ohs:forms --><br />
		<!-- ohs:doc --><br />
		<!-- ohs:download --><br />
		<!-- ohs:galeria --><br />
		<!-- ohs:video --></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
