Relojoeiro cresce 4,93% em sete meses

04/11/2015

Contrariando as tendências de queda generalizada na indústria, o setor relojoeiro do PIM (Polo Industrial de Manaus) apresentou, no acumulado dos primeiros sete meses de 2015 crescimento de 4,93% no faturamento em moeda nacional na comparação com o mesmo período de 2014. De acordo com os últimos Indicadores de Desempenho Industrial do PIM, Não houve nenhuma excepcionalidade.

O polo relojoeiro é um polo que se mantém estável divulgados em setembro pela Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), entre janeiro e julho de 2015, as indústrias de relógios instaladas no parque fabril de Manaus faturaram RS 714.8 milhões, contra RS 681,1 milhões nos sete primeiros meses do ano passado.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Relojoaria e Ourivesaria de Manaus, Nelson Azevedo, no entanto, é cauteloso ao falar sobre o crescimento. De acordo com o empresário, não houve nenhum fator relevante no mercado que provocasse um aumento expressivo na venda de relógios. Ele atribui os números positivos à estabilidade que o segmento adquiriu dentro do Polo e ao preço competitivo do produto no mercado interno, influenciado pela alta do dólar.

“Não houve crescimento na produção. Não houve nenhuma excepcionalidade. O polo relojoeiro é um polo que se mantém estável. Ele já decaiu muito no passado e agora, principalmente com a variação cambial e valorização do dólar, está havendo uma procura maior por esses relógios fabricados aqui, já que não são produtos tão caros.

Como todos os segmentos, nossos estoques estão altos, mas é um produto que ainda tem tido boa procura. É um produto usado por todas as classes sociais, então isso faz com que as empresas estejam sempre inovando e atualizando seus modelos para tentar atrair os consumidores e isso tem garantido uma estabilidade”, garantiu Azevedo.

Em 2014, o polo relojoeiro fechou o ano com faturamento que superou RS 1,28 bilhão, confirmando a tendência de crescimento de faturamento em real verificada desde 2010, segundo os números da Suframa (ver tabela). Na comparação em dólar, no entanto, com US$ 299 milhões arrecadados, o setor registrou, até julho, queda de 21,18% no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: JCAM






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