Política industrial deve focar em produtividade, diz Banco Mundial

30/11/2017

Matéria publicada pelo jornal do Comércio do RS

O Brasil poderia economizar até dois pontos percentuais do PIB (Produto Interno Bruto) se reformulasse suas políticas de compensação tributária às empresas, segundo o Banco Mundial. Para isso, a instituição sugere que o País concentre sua política industrial no aumento da produtividade e no apoio direto às empresas em detrimento de medidas de gastos tributários ou subsídios indiretos.

No geral, as políticas voltadas às empresas representavam 4,5% do PIB em 2015, segundo o Banco Mundial. Dados do governo indicam que elas chegaram a 6,5% do PIB no m do ano passado.

A economia viria de reformas em programas como o Simples (que reduz encargos para pequenas e médias empresas, e custa 1,2% do PIB) e a Zona Franca de Manaus (0,4% do PIB). Além de encerrar a política de desoneração da folha de salários (com custo também de 0,4% do PIB).

Em evento do Insper, em São Paulo, o economista do Banco Mundial, Xavier Cirera, disse que as políticas de apoio direto às empresas, que representam hoje 0,5% do PIB brasileiro, são mais modernas e mais fáceis de avaliar.

Como exemplo de sucesso nesse segmento, ele ressaltou o Cartão Bndes e o Pronatec. Cirera disse ainda que o Banco Mundial deve divulgar um relatório sobre produtividade no início de 2018.






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