Federação dos petroleiros suspende greve e orienta sindicatos a retomarem atividades

01/06/2018

Notícia publicada pelo site Folha de S. Paulo

Os empregados da Petrobrás, liderados por duas federações sindicais, ignoraram a ordem do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e iniciaram à zero hora de quarta-feira, 30, greve para protestar contra a gestão do presidente da companhia, Pedro Parente.

Em resposta, o TST, que já na terça-feira, 29, tinha considerado a paralisação ilegal pela sua “natureza política e ideológica”, aumentou de R$ 500 mil para R$ 2 milhões a multa diária cobrada de 18 entidades sindicais.

Por meio de nota, o TST informou que 18 entidades de classe (sindicatos e federação) estão sujeitas à penalidade. O montante incide tanto para o caso de continuidade do movimento grevista quanto para a hipótese de ação que bloqueie o livre trânsito de pessoas.

A ministra Maria de Assis Calsing havia determinado às entidades sindicais dos petroleiros que não fizessem a paralisação de suas atividades nos dias 30 e 31 de maio e 1º de junho de 2018. Ela justificou a decisão de ampliar o valor, ao saber que a determinação foi descumprida por algumas entidades.






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