Faltava trabalho para 27 milhões de pessoas no trimestre até novembro

Notícia publicada pela Agência Estado

09/01/2019

Notícia publicada pela Agência Estado

Faltou trabalho para 27,028 milhões de pessoas no País no
trimestre encerrado em novembro, segundo os dados da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em
2012 pelo Instituto Brasileiro de Geograa e Estatística (IBGE) e divulgados,
nesta sexta-feira (28).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho recuou de 24,4% no
trimestre até agosto de 2018 para 23,9% no trimestre até novembro deste
ano. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por
insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que
não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para
trabalhar. No trimestre até novembro de 2017, a taxa de subutilização da
força de trabalho estava mais baixa, em 23,7%.

O Brasil tinha 4,705 milhões de pessoas em situação de desalento no
trimestre encerrado, em novembro de 2018, segundo a Pnad. São 48 mil
desalentados a menos em relação ao trimestre encerrado em agosto Em
um ano, porém, 426 mil pessoas a mais caíram no desalento.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força
de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não
tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho
na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível
para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho
potencial.

A construção cortou 131 mil postos de trabalho no período de um ano. A
indústria demitiu outros 131 mil trabalhadores no trimestre encerrado em
novembro de 2018 em relação ao trimestre até novembro do ano anterior.
Também houve corte de vagas nos serviços domésticos, com 99 mil
trabalhadores a menos em um ano.

Na direção oposta, a atividade de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas – que inclui alguns
serviços prestados à indústria – registrou um crescimento de 184 mil vagas
em um ano. O setor de agricultura, pecuária, produção orestal, pesca e
aquicultura contratou 60 mil empregados a mais.






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