Em 18 anos, número de empresas exportadoras no AM cresceu 26%

14/09/2018

Notícia publicada pelo Em Tempo Online

Em 2000, o Amazonas tinha 176 empresas exportadoras.
Passados 17 anos, o número de empresas amazonenses
negociando com mercados internacionais saltou para 223
em 2018, resultando em um crescimento de 26%. O levantamento é do Centro Internacional de Negócios do
Amazonas (CIN-AM) da Federação das Indústrias do
Estado (Fieam), com base nos dados do Ministério da
Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

levantamento é do Centro Internacional de Negócios do
Amazonas (CIN-AM) da Federação das Indústrias do
Estado (Fieam), com base nos dados do Ministério da
Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

Criada em 1998, a Rede CIN, coordenada pela
Confederação Nacional da Indústria (CNI), surgiu
justamente para apoiar a indústria brasileira na inserção
ao comércio internacional. No Amazonas, a rede funciona
desde 2000 e em quase duas décadas de atuação, o CINAM
atendeu uma a cada quatro empresas que exportaram
nos últimos 18 anos.

“Nossa meta é que as empresas amazonenses vejam o
comércio exterior como uma estratégia de
competitividade e sustentabilidade dos negócios. Sabemos
que, se não houvesse outros entraves, como barreiras
comerciais, burocracia e financiamento adequado, esse
número teria crescido ainda mais”, afirma o gerente do
CIN-AM, Marcelo Lima.

Apoio

A preparação para atuar lá fora de maneira sustentada é
fundamental. Por isso, em 2017, a Rede CIN conseguiu
recursos da União Europeia, por meio do programa ALInvest,
para desenvolver um novo modelo de atendimento
às empresas que buscam se internacionalizar, o Rota
Global.

Ao todo, no Amazonas, 14 empresas receberam planos de
negócios customizados às suas necessidades para dar os
passos necessários rumo ao comércio exterior. A maioria
dos participantes são micros e pequenas empresas.

Em breve, a metodologia do atendimento estará
disponível em todos os estados do país. Recentemente, a
CNI transferiu a governança do Rota Global para o Mdic,
que será usado no Plano Nacional de Cultura Exportadora
(PNCE). “Acreditamos que isso ajudará muito a organizar
a estrutura de serviços oferecidos por diferentes
instituições para apoiar a internacionalização”, ressalta
Marcelo Lima.

Rodadas de negócios, cursos, programas de capacitação,
consultoria e articulação de missões empresariais às
grandes feiras também fazem parte das ações do CIN.






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